Sexta-feira, 15 de Maio de 2009

Rasante

http://www.youtube.com/watch?v=SfkoHS9kBxU&feature=related

Sexta-feira, 17 de Abril de 2009

Criadores de "South Park" ganham foto autografada de Saddam Hussein

Os criadores do desenho animado "South Park", Matt Stone e Trey Parker, receberam de presente uma foto autografada do ex-ditador do Iraque, Saddam Hussein, executado em dezembro de 2006. A informação foi publicada nesta sexta-feira no jornal britânico "Daily Telegraph".

Reprodução
Episódio do humorístico "South Park" fazendo piada sobre caso entre Satã e Saddam
Episódio do humorístico "South Park" fazendo piada sobre caso entre Satã e Saddam

A foto foi entregue por soldados americanos que, conforme Stone, forçaram Hussein a assistir várias vezes o filme "South Park: Maior, Melhor e Sem Cortes (1999)" enquanto ele estava preso.

No filme, tão sarcástico quanto a série de TV, Hussein é pitando como gay e amante do Diabo.

Em entrevista ao jornal, Stone, 37, e Parker, 39, demonstraram orgulho pela imagem autografada do ex-ditador, dada pela 4ª Divisão de Infantaria do Exército americano.

"Nós estamos muito orgulhosos pela nossa foto autografada de Saddam e pelo que isso significa. É um dos nossos grandes momentos", disse Stone ao jornal.

"Eu tenho boas informações dos marines atuantes no Iraque que eles mostraram o filme a Saddam várias e várias vezes, o que é uma ideia bastante divertida", completou.

"É de fato acrescentar um insulto à condenação", provocou o humorista.


Fonte: Folha Online

Domingo, 12 de Abril de 2009

Bem bolado,bem bolado!

O Photobomb é um site que publica fotos onde algum detalhe sempre chama a atenção. Qual será o detalhe desta? rs

Quarta-feira, 8 de Abril de 2009

Cão náufrago nada 10 km e sobrevive em ilha deserta


O animal, batizado de Sophie Tucker em homenagem a uma comediante americana, sumiu quando o iate de seus donos, Jan e Dave Griffith, navegava por mar agitado na altura de Mackay, na costa de Queensland, em novembro passado.


O casal achou que Sophie tinha se afogado, mas ela conseguiu nadar cerca de 9,7 quilômetros, atravessando uma área infestada de tubarões, e chegou à ilha de St Bees, uma formação vulcânica cercada de recifes.


A cadela foi encontrada por uma patrulha da guarda costeira. Jan Griffith disse que achou que nunca veria Sophie novamente, mas decidiu contatar a guarda de parques e vida marinha de Mackay depois que ouviu dizer que havia um cão vivendo em St Bees.


Jan disse que Sophie, um cachorro da raça Australian cattle dog desenvolvida em fazendas australianas, sobreviveu alimentando-se de caranguejos até aprender a caçar filhotes de cabras selvagens. "Ela foi avistada em St Bees e estava em mau estado até que, de repente, melhorou de aparência e foi aí que eles descobriram que ela estava comendo cabras", contou Jan Griffith.


"Ela tinha se tornado selvagem e feroz. Não deixava ninguém chegar perto ou tocar nela. Ela não aceitava comida de ninguém", acrescentou. Mas depois de um reencontro cheio de emoção, os donos de Sophie disseram que ela está se readaptando rapidamente ao conforto doméstico.

Pedófilo que fingiu ter 12 anos é condenado a 70 anos de prisão nos EUA



A Justiça do Arizona condenou por pedofilia nesta terça-feira a 70,5 anos de prisão um homem que fingiu ser um garoto de 12 anos para se matricular em várias escolas do Estado.

Neil Havens Rodreick II, 31, confessou no ano passado ser culpado de sete acusações criminais. A maioria das condenações envolve pornografia infantil, mas duas foram decorrentes da farsa que ele sustentou por dois anos. Outros três homens foram condenados por terem ajudado Rodreick no plano.

Rodreick, 31, não falou na sessão em que recebeu a sentença, balançando a cabeça quando o juiz Thomas Lindberg perguntou se ele tinha algo a dizer. Lindberg disse que Rodreick era um pedófilo inveterado e que mereceria ter recebido uma condenação ainda maior.

"Acho a sua conduta atroz --essas foram escolhas que você fez consistentemente enganosamente, desonestamente, manipuladoramente", disse o juiz a Rodreick. "Acho que você representa um perigo para a comunidade; você em particular é perigoso para as crianças."

A promotora Sheila Polk disse que estava satisfeita com a sentença, observando que Rodreick provavelmente vai passar o resto de sua vida atrás das grades.
"Este caso envolveu alguns predadores sexuais perigosos e eles já estão fora das ruas de do condado de Yavapai," disse ela.

Trama

Rodreick começou a frequentar escolas no Arizona sob disfarce em 2005. As autoridades disseram que ele se depilou e usava maquiagem para aparecer mais jovem, convencendo os professores, estudantes e administradores das escolas de que era um rapaz chamado Casey.

Ele foi capturado em Janeiro de 2007, após passar um dia na sétima série em uma escola quando funcionários de uma escola na cidade de Chino Valley suspeitaram que a certidão de nascimento e outros documentos que ele apresentou fossem falsificados. Eles pensaram no início que "Casey" poderia ser uma criança que tivesse sido raptado.

As autoridades não encontraram nenhuma vítima de abuso sexual nas escolas que Rodreick frequentou, mas encontraram uma extensa coleção de pornografia infantil em sua casa.
Rodreick enfrentou inicialmente 28 acusações, mas se confessou culpado de apenas um quarto delas: quatro por exploração sexual de um menor decorrentes da pornografia, e outras por fraude, assédio e pó não ter informado às autoridades do Arizona, quando se mudou para o Estado, que já tinha sido condenado por pedofilia. O assédio envolveu uma alegação de que ele pegou nas nádegas de uma menina em uma escola em Prescott Valley.

Cúmplices


Rodreick foi preso junto a Brian J. Nellis, 36, que fingia ser seu primo, e dois homens mais velhos que agiam como se fossem seu tio e avô.

Autoridades disseram que os dois homens mais velhos conheceram Rodreick pela internet, pensando que ele era um pré-adolescente, e o levaram de Oklahoma para o Arizona onde mantiveram relações sexuais com ele.

Nellis, Stiffler e Snow foram indiciados por várias acusações, incluindo pornografia infantil e falsificação. Nellis e Snow, ambos condenados previamente por crimes sexuais, também foram acusados de não terem informado às autoridades essas condenações.

Stiffler foi condenado na terça-feira a 14 anos de prisão, e Snow recebeu uma pena de 22 anos. No mês passado, Nellis foi condenado a 51 anos de prisão sem possibilidade de liberdade condicional.

Antes de chegar ao Arizona, Rodreick havia sido condenado em Oklahoma por ter feito uma proposta obscena a um menino de seis anos, em 1996. Ele passou cerca de seis anos na prisão.

fonte: Folha Online

Ex-condenado por pedofilia vence loteria voltada a vítimas de abusos nos EUA

Um ex-condenado por abusos sexuais venceu uma loteria beneficente organizada no Estado do Alasca, nos Estados Unidos, por um grupo que ajuda vítimas de agressões deste tipo.

De acordo com o registro de criminosos sexuais do Estado do Alasca, Alec Ahsoak, que ganhou US$ 500 mil nesta loteria beneficente na pequena localidade de Anchorage, foi condenado em 1993 e em 2000 por abusar sexualmente de menores.

O grupo Juntos Contra a Violação em Anchorage, uma ONG sem fins lucrativos que oferece apoio às vítimas de abusos sexuais, e que patrocinou a iniciativa, rejeita o acontecido.

"É irônico que a pessoa que ganhou seja um delinquente sexual condenado", disse à rede CNN a diretora-executiva do grupo, Nancy Haag.

"Quando começamos com isto, não imaginamos que as coisas fossem acabar assim", acrescentou.

O Alasca tem o número mais alto per capita dos casos de estupro nos Estados Unidos, segundo estatísticas do FBI (Polícia federal americana).

O passado de Ahsoak foi revelado no domingo na televisão local de Anchorage KTUU-TV.

O organizador da loteria, Abe Spicola, declarou ao jornal local "Anchorage Daily News" que, com o dinheiro, Ahsoak compraria uma casa e "doaria parte a Deus e à caridade".

fonte: Folha Online

Sexta-feira, 3 de Abril de 2009

Família enterra mãe errada após troca de identidade em hospital

Duas aposentadas tiveram nomes trocados ao serem internadas.Uma delas morreu, e a outra foi parar na casa da falecida.


"Filha" descobre que "sua mãe" não é mesmo sua mãe.


Duas famílias se envolveram em um drama provocado pelo registro errado de pacientes em um hospital público em São Gonçalo, na Região Metropolitana do Rio.

As duas mulheres, identificadas como Vilma Maria Cabloco Fernandes e Maria Rita Alves dos Santos, foram internadas no pronto socorro da cidade, vítimas de derrame, e tiveram os nomes trocados. Quando uma mulher com as mesmas características das duas morreu, o hospital avisou à família da aposentada Maria Rita, que providenciou o enterro. Entretanto Maria Rita estava viva e recebeu alta, como se fosse Vilma.

Com perda de memória, Maria Rita foi para a casa dos familiares de Vilma, que desconfiaram da troca, mas a aceitaram. Quando Maria Rita melhorou e recobrou a consciência, ela não reconheceu as pessoas que a cercavam como se fossem seus parentes.

Reencontro

O reencontro das famílias foi um momento de emoção para o genro da Maria Rita, o marceneiro Marcos Henrique. Ele foi sozinho à casa de Vilma porque a mulher dele não pôde ir. Ela teve que ficar em casa cuidando do filho, nascido no dia do enterro.

Entretanto, a alegria do marceneiro contrastava com a tristeza da família de Vilma. A balconista Luciana Caboclo, que acolhera a sogra de Marcos como sua mãe, chorou muito ao saber da troca de pacientes.

Luciana quer saber se a pessoa enterrada seria mesmo sua mãe ou seria uma terceira pessoa. Ela e seus parentes contaram que vão à polícia pedir exumação do corpo e dar queixa contra o hospital.

Confusão após internação

O marceneiro Marcos Henrique disse que sua sogra foi internada no dia 22 de dezembro no Pronto Socorro Geral de São Gonçalo, depois de sofrer um derrame. Uma semana depois a família recebeu a notícia da morte. “A gente ia visitar, mas só pode ver uma vez, depois não podia mais. O hospital não deixava”, afirmou Marcos, sem entender por que não era permitido visitar sua sogra. Ele conta ainda que, ao ver o corpo no caixão, teve certeza de que não era o da sogra, mas o hospital teria garantido que era ela e, em seguida, lhe entregou o atestado de óbito.

“Quando chamaram, a gente olhou para o caixão e dissemos que não era ela, que estava diferente, mas o hospital disse que era por causa do derrame. Choramos muito, sofremos muito”, relembra o genro.

Vilma Maria é a suposta morta

Tratada no hospital todo o tempo como se fosse Vilma, Maria Rita teve alta do hospital no dia 20 de março e foi levada para a casa de Luciana Alves.

”Quando visitei, disse que não era minha mãe, mas a enfermeira brigou e disse que era e ainda falou: que vergonha, não reconhece a própria mãe! E disse que ela estava diferente por causa da doença. Ela era meio parecida e aí passei a acreditar que era a mãe mesmo”, explicou. “A gente falava para ela (para Luciana) que não era, que estava diferente, mas ela (Luciana) não queria acreditar que a mãe estava morta”, contou o marido de Luciana, Vinícius Alves. A história só foi esclarecida quando Maria Rita melhorou e percebeu que não estava em casa.

“Ela começou a dizer que não era minha mãe, que a filha dela tinha outro nome”, completou Luciana.

Prefeitura promete investigar

A produção do RJTV entrou em contato com a Secretaria de Saúde de São Gonçalo, e na quinta-feira (2), o subsecretário, Daniel da Silva, informou que, nos registros do pronto-socorro, o nome de Maria Rita consta com entrada na unidade em dezembro, e que ela teria morrido meia hora depois da internação. E o de Vilma aparece como internada em fevereiro e sem data de liberação. Nesta sexta, a Secretaria informou que abriu uma sindicância para apurar o que aconteceu, e que se for constatada negligência, os responsáveis serão punidos.

fonte: Globo.com

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Quando eu vi isso na tv não me aguentei. Apesar de ser trágico de algumas formas, o fato de uma família cuidar dela por 3 meses como se fosse o ente querido deles é de um humor non-sense de primeira. Imagino o pessoal desde o momento que ela chegou, olhando de lado e pensando "mas, puxa.. como ela está diferente..". Imagine que é a sua mãe que volta.. ou melhor.. outra pessoa que volta no lugar dela..

E a repórter da Globo teve um insight brilhante. Quando o filho reencontrou a mãe, ela perguntou: "E aí? Vai levar ela pra casa agora?"


The End


22/03/2009 - 06h02

Morre ex-Big Brother Jade Goody, inglesa que fez de seu câncer um reality show

Morreu neste domingo (22), aos 27 anos, a inglesa Jade Goody, que ficou conhecida na versão britânica do programa de televisão Big Brother, em 2002, e que transformou seus últimos meses de vida em um verdadeiro reality show, cujos episódios vendeu para deixar dinheiro para os filhos.

Jade morreu em casa, junto com o marido, com quem se casou recentemente em cerimônia cujas imagens vendeu por mais de 1,1 milhão de euros (R$ 3,2 milhões) à revista "OK!" e à emissora de televisão Living TV, e com seus dois filhos, de quatro e cinco anos, ambos de um casamento anterior.


Jade Goody participou de reality show na TV britânica; atriz sofria de câncer cervical
Em 2008, ela havia sido chamada para uma versão indiana do Big Brother, quando soube que sofria de um câncer cervical que se estendeu rapidamente para o fígado e o intestino, sendo desenganada pelos médicos.


Durante seus últimos dias no hospital Royal Marsden, de Londres, Goody batizou seus dois filhos, para quem deixou o dinheiro ganho com a publicidade de sua doença.
"Minha formosa filha descansa já em paz", comentou sua mãe, Jacqiey Buden, após a divulgação de sua morte.


A lenta agonia de Jade Goody alimentou durante as últimas semanas os tablóides sensacionalistas e até a imprensa séria da Inglaterra, contagiada por esse fenômeno e que parecia não cansar de render fotos da moça careca pela quimioterapia.


Goody, que tratou de aproveitar ao máximo os poucos dias que lhe restavam de vida, segundo ela própria, casou-se em 21 de fevereiro --um mês antes de morrer-- com Jack Tweed, um jovem de 21 anos que se encontrava em liberdade vigiada por agredir um adolescente.
Por intervenção pessoal do Ministério do Interior, o juiz concedeu a ele uma permissão especial para não retornar à casa de sua mãe como todas as noites, em cumprimento de sua condenação, para poder passá-la junto com a noiva.


A união de Goody com Jack Tweed foi celebrada em um hotel de Hatfield Heath, em Hertfordshire, no condado de Essex, com acesso proibido a fotógrafos e repórteres, exceto da revista de fofocas "OK!" e da emissora Living TV.
O casamento foi filmado como parte de um documentário sobre a jovem que, segundo os amigos dela, ajudará a conscientizar outras mulheres sobre a importância de se submeter a testes capazes de diagnosticar seu tipo de câncer.


Goody estipulou que o dinheiro obtido com a cobertura exclusiva de seu casamento e o batismo deles --e dela própria-- se destinasse à educação de seus filhos.
Antes de morrer, Jade Goody disse aos que a rodeavam que desejava que seu funeral fosse uma "celebração de sua vida", como explicou seu relações públicas, Max Clifford.


"Ela quer que seja uma grande festa, porque será seu adeus definitivo a todos", acrescentou Clifford, que a classificou como "a primeira estrela mundial da 'telerrealidade'".


Sexta-feira, 20 de Fevereiro de 2009

Uma celebridade britânica prepara-se para morrer para as câmeras


Antes que a televisão lançasse a sua luz distorcida sobre ela, Jade Goody estava sem dúvida destinada a uma vida de dificuldades e obscuridade. Pessoa de fala vulgar, alcoólatra, obesa, de baixo nível educacional, endividada, filha de viciados em drogas, ela apareceu no reality show "Big Brother" em 2002 como uma espécie de símbolo de baixo status. 

Mas algo em relação a Goody, à época com 21 anos, acabou tocando uma nação inquieta em busca de maneiras de aliviar o seu tédio milenar. Ela tornou-se uma estrela genuína da mídia, uma Paris Hilton da classe trabalhadora. Os britânicos devoravam com avidez cada detalhe sobre a vida dela, por mais banal que fosse. Eles se exercitaram com o vídeo de malhação de Goody, compraram o seu perfume, leram a sua autobiografia e, quando ela fez comentários racistas sobre uma atriz indiana no programa "Celebrity Big Brother", em 2007, voltaram-se furiosos contra ela. 

Agora eles a veem morrer. 

Goody, que tem dois filhos pequenos, descobriu que sofria de câncer cervical em agosto do ano passado, em frente às câmeras, quando apareceu na versão indiana do "Big Brother". Desde então o câncer alastrou-se para o fígado, a bexiga e a virilha. Na última sexta-feira, os médicos disseram a ela que não poderiam fazer mais nada. 

E foi aí que ela contou aos telespectadores britânicos. 

"Passei toda a minha vida adulta falando exatamente sobre a minha vida", explicou ela no último domingo no programa The News of the World, um dos canais de mídia que comprou os direitos para transmitir a sua história de fim de vida. "Eu vivi em frente às câmeras. E talvez morra em frente a elas".

Isto é o reality show televisivo levado ao seu desfecho mais extremo e grotesco. Algo que não foi sequer imaginado no filme "The Truman Show" nestes anos todos. A questão do por que, exatamente, essa história atrai tanta atenção - como traçar um limite entre o doloroso e o voyeurismo , se os jornais estão explorando Goody ou se é ela que os explora - deixou a mídia em estado de total confusão, mesmo neste momento em que os veículos de comunicação fornecem detalhes sobre a deterioração física e mental de Goody. 

A mídia é motivada em parte pela culpa. Muitos jornais foram intermitentemente agressivos para com Goody, apresentando-a como símbolo de um Reino Unido vulgar, caracterizado pela gratificação instantânea. "Trata-se de uma pessoa que atingiu uma espécie de fama por ter exibido a sua estupidez incalculável na televisão", escreveu Rod Liddle na revista "The Spectator". Algumas pessoas chegaram a sugerir a princípio, como muitos sites anti-Jade na Internet, que ela não tinha de fato câncer, e que estava apenas tentando obter publicidade. 

Agora que ela está morrendo, muitos desses jornais sentem-se desconfortáveis por terem participando da interminável construção, derrubada e exploração de uma mulher com a qual eles sempre contaram para aumentar as suas vendas. 

Toda vez que Goody, atualmente com 27 anos, deixa o hospital em uma cadeira de rodas, com a cabeça envolta em um lenço, as câmeras estão lá para filmar. Elas estavam lá quando o namorado de Goody, Jack Tweed, de 21 anos - libertado recentemente da prisão após cumprir pena por agressão, e usando um transmissor eletrônico no calcanhar - pediu-a em casamento após ter ouvido o prognóstico sombrio. Elas também estavam lá quando o casal foi á loja Harrods pegar o vestido de casamento dela, e à Tiffany para pegar os anéis. 

O casamento está marcado para o próximo domingo, e a revista de celebridades "OK!" já teria pago mais de US$ 1 milhão pelos direitos de cobertura. Tweed, que teria obtido permissão da justiça para interromper a prisão domiciliar determinada pelo tribunal, de forma a poder participar da cerimônia, afirmou: "Ela estará lá naquele altar - mesmo se estiver no seu leito hospitalar". Elton John teria oferecido uma das suas casas para a lua-de-mel, se houver lua-de-mel. A história toda será filmada pelo canal a cabo que está acompanhando a luta de Goody com o câncer em um programa chamado "Jade's Progress" ("O Progresso de Jade"). 

"O país inteiro está preocupado e ansioso em relação à saúde dela", disse o primeiro-ministro do Reino Unido, Gordon Brown, aos repórteres na sua entrevista coletiva mensal à imprensa na última quarta-feira. 

"Estamos todos obcecados por isso - tanto os leitores dos jornais tradicionais quanto os dos tabloides estão fascinados", diz Julia Hobsbawm, diretora-executiva da firma de análise da mídia Editorial Intelligence. "Não sei quem está a explorando, mas a história atrai bastante".

Alguns argumentam que Jade, como todos a chamam, deveria resgatar um pouco da dignidade que vendeu anos atrás morrendo sozinha em casa. "Por favor, exija alguma privacidade neste momento, pelo seu bem e o dos seus filhos", escreveu no jornal "The Daily Mail" Jane Ennis, ex-editora da revista de celebridades "Now", onde Goody tinha uma coluna e em cuja capa apareceria frequentemente. Após o comentário racista polêmico no programa "Celebrity Big Brother", a revista publicou um artigo com o título, "Jade We Hate You" ("Jade, nós a detestamos").

Segundo uma outra linha de pensamento, Goody, longe de ser um peão no jogo de xadrez, obteve pela primeira vez controle sobre a situação, e está usando inteligentemente a única mercadoria que já teve - a própria vida - para garantir o futuro dos filhos. 
"Sei que muita gente não gosta do que estou fazendo, mas, neste momento, não ligo de fato para o que os outros pensam", disse ela a "The News of the World". 

Talvez ela sinta que não tem de fato outra escolha. 

"Supostamente, Goody tornou-se dessensibilizada em relação à mídia, porque, até certo ponto, ela só existe agora em frente às câmeras", afirma Hobsbawm.

O agente publicitário de Goody, Max Clifford, diz que não pretende transmitir o momento da morte da sua cliente. Ele explica que ela tem três motivos para desejar passar os seus últimos dias em público: ganhar dinheiro para deixar aos filhos; manter-se ocupada durante o horror do processo de morrer; e alertar as mulheres jovens para a necessidade de submeterem-se periodicamente a exames para a detecção de sinais iniciais de câncer cervical. 

Desde o diagnóstico de Goody, houve um aumento notável do número de mulheres britânicas que fazem tais exames, um fenômeno que os médicos estão chamando de "Efeito Jade Goody".

Sarah Lyall
Em Londres (Inglaterra)
Tradução: UOL

Sexta-feira, 13 de Fevereiro de 2009

Paraskavedekatriaphobia



Uma das principais versões sobre a origem da superstição pode ter tido origem no dia 13 de Outubro de 1307, uma sexta-feira. Nesse dia, a Ordem dos Templários, uma das mais poderosas da Cristandade na época, foi declarada ilegal e acusada de heresia pelo rei Filipe IV de França. Seus integrantes foram presos simultaneamente em todo o país e alguns torturados e, mais tarde, executados por heresia.

Uma segunda versão para esta crença, está na hipótese de que Jesus Cristo tenha sido crucificado numa sexta-feira treze, uma vez que a Páscoa judaica é celebrada no dia 14 do mês de Nissan, no calendário hebraico.

Reforça esta crença, o fato de que na Santa Ceia sentaram-se à mesa treze pessoas, sendo que duas delas, Jesus e Judas Iscariotes, morreram em seguida, por mortes trágicas, Jesus por execução na cruz e Judas provavelmente por suicídio.

No Judaísmo, Eva ofereceu a maçã a Adão na sexta-feira, e o dilúvio começou no mesmo dia.

Da mitologia nórdica também existem versões sobre a data: conta-se que houve um banquete e 12 deuses foram convidados. Loki, espírito do mal e da discórdia, apareceu sem ser chamado e armou uma briga que terminou com a morte de Balder, o favorito dos deuses. Daí veio a crendice de que convidar 13 pessoas para um jantar era desgraça na certa.

A segunda lenda nórdica trata da deusa da beleza, Friga (seu nome deu origem à friadgr e friday, sexta-feira em escandinavo e em inglês). Quando os cristãos converteram os nórdicos, a deusa foi endemonizada e, segundo a lenda, toda sexta-feira se reunia com 11 feiticeiras e o demônio, totalizando 13 pessoas.

Paraskavedekatriaphobia, expressão grega que deriva da reunião das palavras fobia, sexta-feira e treze, designa o medo da data, sentimento que parece diminuído nos dias de hoje. No site de relacionamentos Orkut grande parte das comunidades dedicadas à sexta-feira 13 reúne adoradores da data, ou simplesmente pessoas que se dizem felizes por terem nascido nela.

O cubano Fidel Castro nasceu numa sexta-feira 13 em agosto de 1926 e a britânica Margareth Tatcher também, em outubro de 1925. Em algumas culturas populares, ter um irmão gêmeo, tendo nascido nessa data, é considerado diabólico: esse é exatamente o caso das irmãs atrizes Mary Kate e Ashley Olsen, nascidas em junho de 1986, numa sexta-feira 13. Já o rapper Tupac Shakur foi assassinado na sexta-feira 13 de setembro 1996.

A banda de heavy metal Black Sabbath (nome de um ritual de magia negra) lançou seu primeiro álbum homônimo no dia 13 de fevereiro de 1970. Apegado à data, o ex-vocalista da banda escolheu uma sexta-feira 13 para lançar o primeiro single de seu novo trabalho, a faixa 'I Don't Want to Stop'.

Os produtores do filme 'Harry Potter e a Ordem da Fênix' também escolheram a data para seu lançamento em julho de 2007.

fonte: bemzen

Segunda-feira, 2 de Fevereiro de 2009

Juiz do Rio diz em sentença que mulheres do Big Brother são gostosas

Um juiz do Rio de Janeiro aproveitou a sentença em que determinou o pagamento de indenização de R$ 6.000 por defeito em um aparelho de televisão para dar sua opinião sobre as participantes do Big Brother Brasil. Segundo o juiz Claudio Ferreira Rodrigues, da Vara Cível de Campos dos Goytacazes, as mulheres que estão no programa são “gostosas”.

“Na vida moderna, não há como negar que um aparelho televisor, presente na quase totalidade dos lares, é considerado bem essencial. Sem ele, como o autor poderia assistir às gostosas do Big Brother?”, diz o magistrado na decisão.

Ainda sobrou espaço para fazer um humorístico comentário sobre futebol. Como o autor da ação, o juiz também torce para o Flamengo e aproveitou para fazer chacota com o Fluminense e o Vasco, rebaixado no ano passado para a série B do Campeonato Brasileiro. “Se o autor fosse torcedor do Fluminense ou do Vasco, não haveria a necessidade de haver televisor, já que para sofrer não se precisa de televisão”, brincou o juiz.

Sexta-feira, 30 de Janeiro de 2009

Só pra comparar...

Obamis!

Genial!
eu só escreveria "Hopis" ao invés de Obamis. Mas é genial.
Teoricamente o Sandro Menezes, que criou a imagem, venderia aqui camisetas com a mesma. Mas mandei um e-mail pra ele e ele me disse que por enquanto não está dando conta de tantas encomendas.. 
Que bom, né? rs

Sábado, 24 de Janeiro de 2009

Gato recebe por sete meses benefício do Bolsa Família


Sáb, 24 Jan, 09h00

Billy, um gato com 4 anos de idade, foi cadastrado no Bolsa-Família como Billy da Silva Rosa, e recebeu durante sete meses o benefício do governo, R$ 20 por mês. A descoberta ocorreu quando o agente de saúde Almiro dos Reis Pereira foi até a casa do bichano convocá-lo para a pesagem no posto de saúde, conforme exige o programa no caso de crianças: "Mas o Billy é meu gato", disse a dona da casa ao agente.
Ela não sabia que o marido, Eurico Siqueira da Rosa, coordenador do programa no município de Antônio João (MS), recebia o benefício do gato e de mais dois filhos que o casal não tem. Os filhos fantasmas faziam jus a R$ 62 cada, desde o início de 2008, quando Eurico assumiu o cargo.
O golpe foi identificado em setembro e o benefício foi suspenso. Eurico ainda tentou retirar Billy do cadastro e pôr o sobrinho Brendo Flores da Silva no lugar. Mas já era tarde. No início desta semana o "pai" do gato Billy acabou exonerado a bem do serviço público e está sendo denunciado à Justiça. O promotor Douglas Oldegardo Cavalheiro disse que o servidor terá de devolver o que recebeu ilegalmente. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

http://br.noticias.yahoo.com/s/24012009/25/politica-gato-recebe-sete-meses-beneficio.html

Quarta-feira, 21 de Janeiro de 2009

Finalmente!

Estou voltando numa parceria comigo mesmo.
Mas hein?
Aguarde e entenderás!