quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Steven Seagal vai ganhar reality show

Programa do canal A&E mostrará a rotina do astro como delegado na Louisiana
25/11/2008Marcelo Hessel

Enquanto não está filmando nenhum futuro sucesso de locadora, Steven Seagal é delegado em Jefferson Parish, no Estado da Louisiana, EUA. Essa pouco conhecida faceta do astro de ação finalmente chegará ao público - na forma de um reality show.

Steven Seagal: Lawman acompanhará o dia-a-dia do homem-da-lei, trabalho que Seagal já exerce há 20 anos. Além de suas responsabilidades em Jefferson Parish, o astro trabalha ao lado da SWAT como professor, ensinando oficiais a usar armas de fogo e técnicas de combate corpo-a-corpo.

"Acredito que é importante mostrar à nação o trabalho positivo sendo feito aqui em Louisiana - a paixão e o compromisso aqui na delegacia neste ambiente pós-Katrina", disse o modesto Seagal. Mostrar à nação, não. Mostrar ao mundo!

O canal A&E estréia o reality show nos EUA no segundo semestre de 2009.

fonte: Site Omelete


domingo, 23 de novembro de 2008

Entendendo as Razões da Crise Financeira Mundial


Vou tentar voltar à ativa.
Foi, provavelmente o ano mais conturbado e estranho que eu já tive, mas não que isso seja ruim. Também não é lá tão bom. Mas este foi um ano conturbado no mundo todo por conta da crise financeira global. E se até agora você não entendeu como a crise surgiu, dê uma olhada nesse texto que está circulando na net (eu, particularmente li no blog do Sérgio Dávila).


"O seu Biu tem um bar, na Vila Carrapato, e decide que vai vender cachaça 'na caderneta' aos seus leais fregueses, todos bêbados, quase todos desempregados.
Porque decide vender a crédito, ele pode aumentar um pouquinho o preço da dose da branquinha (a diferença é o sobrepreço que os pinguços pagam pelo crédito).
O gerente do banco do seu Biu, um ousado administrador formado em curso de 'emibiêi', decide que as cadernetas das dívidas do bar constituem, afinal, um ativo recebível, e começa a adiantar dinheiro ao estabelecimento tendo o pindura dos pinguços como garantia.
Uns seis 'zécutivos' de bancos, mais adiante, lastreiam os tais recebíveis do banco, e os transformam em CDB, CDO, CCD, UTI, OVNI, SOS ou qualquer outro acrônimo financeiro que ninguém sabe exatamente o que quer dizer.
Esses adicionais instrumentos financeiros alavancam o mercado de capitais e conduzem a operações estruturadas de derivativos na BM&F, cujo lastro inicial todo mundo desconhece (as tais cadernetas do seu Biu).
Esses derivativos estão sendo negociados como se fossem títulos sérios, com fortes garantias reais, nos mercados de 73 países.
Até que alguém descobre que os bebuns da Vila Carrapato não têm dinheiro para pagar as contas, e o Bar do seu Biu vai à falência. E toda a cadeia desmorona.''

sábado, 20 de setembro de 2008

quarta-feira, 2 de abril de 2008

Olá, pessoas.
Estou no litoral e só volto numa semana.
Estarei mais atuante na volta.
Beijocas e abraçocos!

sexta-feira, 14 de março de 2008

O Boquete mais caro da História




O Arnaldo Jabor resgatou ontem, no Jornal da Globo (que aliás, é um dos melhores da TV há tempos) um assunto que de tempos em tempos assombra minha cachola: como o falso moralismo norte-americano afeta suas vidas e as nossas.
O caso mais recente foi esse do governador de Nova York, pego mais ou menos com a boca na botija . Imagine algum político brasileiro renunciando por ser pego traindo a esposa. É inviável. A não ser, é claro, que haja outros fatores por trás (como os interesses escusos do Renan Calheiros). Mas é "engraçado" ver que a maior economia do mundo e auto-propagadora da liberdade de expressão e "verdade" é um atoleiro de hipocrisia.
E isso seria um problema apenas deles, se eles não fossem os donos do mundo. Mas como são, todos pagamos o pato. Senão, vejamos.
O Clinton foi um dos melhores presidentes, em praticamente todos os aspectos, da história dos EUA. A política internacional dele era um exemplo, a economia americana crescia dia após dia, a área social era, na medida do possível, bem cuidada e assim por diante. Tudo indicava que teríamos um terceiro e quarto mandato (via Al Gore). Mas aí veio a Mônica Lewinsky e seu boquete. Falso moralistas que são, os americanos tiraram a vitória esmagadora das mãos de Gore (que ganhou, mas não levou em parte por causa dos arcaicos sistemas de votação norte-americanos, que ainda votam em cédulas de papel e não têm um orgão como o TSE brasileiro. Lá ganha quem grita "ganhei" primeiro) e entregaram a um dos políticos mais estúpidos do planeta, possivelmente. Sua visão torpe e gananciosa jogou os americanos nas guerras que, há tempos, já se tornaram um "Vietnã 2 - A Missão".
Enquanto isso, além das milhares de vidas humanas perdidas, os EUA terminaram por encontrar suas economias em ruínas (ou eles achavam que uma guerra que custa trilhões de dólares sairia de graça?) e a política externa é quase um desastre completo.
Na verdade eu faço uma analogia do Bush com o Lula, que assim que entrou também colocou gente incompetente em praticamente todas as pastas importantes e só por muita sorte (e seu carisma) não levou esse país pro buraco. Só que o Lula, eu creio, não é tão mau quanto Bush e o Brasil não é os EUA.
Agora, a incompetência e ganância estão fazendo os EUA pagar um alto preço. Eles e o mundo, claro. As bolsas caem (em todo lugar), o dólar perdeu seu valor em tudo que é canto do planeta e a seriedade de seu sistema financeiro nunca foi tão questionada.
*
No primeiro pronunciamento pós-escândalo, Eliot Spitzer (o governador de NY) disse que "a política a longo prazo não é sobre indivíduos, mas sobre idéias". O que, convenhamos, faz sentido. Porém ele não agüentou a pressão e renunciou um dia depois.
Ele é a última vítima da hipocrisia norte-americana. Mas ele mesmo é um hipócrita, uma vez que ele mesmo já saiu à caça de casas de prostituição. E, do jeito que os norte-americanos são, isso pode custar de vez a candidatura de Hillary Clinton, que era apoiada por Spitzer.
Agora, é de matar pensar que se a Mônica não tivesse feito o boquete no Clinton (ou ao menos não tivessem descoberto) a História do mundo seria bem diferente. Ao invés da topeira do Bush, teríamos um presidente decente que acabou por ganhar o Nobel da Paz e um Oscar por um documentário mais do que relevante para a conscientização da humanidade em relação ao seu papel no meio-ambiente e no futuro da Terra (que já chegou, aliás).
O jeito é agüentar os próximos meses e esperar que um dos dois democratas seja eleito e tente colar os cacos do que seu país se tornou. Isso se não aparecer nenhum caso extra-conjulgal, claro.


Pra ver (ou ler) a coluna do Jabor, clique aqui!

domingo, 2 de março de 2008

Kaare Andrews: Hulk (Rockwell)



Já que eu desci a lenha no artista no texto abaixo, aqui vai a bacana capa que ele fez do Hulk, em homenagem à ilustração "Runaway" do Norman Rockwell (que aliás, é o barman na versão do Hulk).
Aqui a cópia também foi descarada, mas muito mais bem sucedida (do que Potestade/Cavaleiro das Trevas).


HQ: Homem-Aranha - Potestade


35 anos no futuro, os heróis foram expulsos de Nova York e a criminalidade e a violência estão sob um rigoroso controle. Quando o prefeito anuncia o lançamento do projeto Teia, que impedirá qualquer coisa de entrar ou sair de Nova York, garantindo para sempre a segurança de seus moradores, J.J. Jameson, aparentemente enlouquecido, vai procurar o Peter Parker com um pacote. A idéia é despertar o herói aracnídeo.

Se você é um leitor novo, que começou a ler o Aranha por causa dos filmes, é capaz que você goste desta edição. Agora... se você já leu o "Cavaleiro das Trevas", vai comparar. E vai chegar à conclusão que Potestade é bem fraquinha.
Fora uma ou outra idéia interessante, Potestade é tão mal-escrita e mal-formulada (uma cópia cara-de-pau de "Cavaleiro") que não há prazer em lê-la. Você lê apenas com o objetivo de chegar no final. Só pra dizer que leu tudo.
O artista, Karee Andrews é um capista muito interessante, mas como escritor é uma fraude. E se os desenhos não atrapalham, os cenários feitos em computação gráfica, sim. Dá a impressão de ser daquela leva de hqs que saíram em meados dos anos 1990, da Image, onde não há bom senso para o uso dos efeitos especiais. Ou será que é uma "homenagem" às cores de"Cavaleiro das Trevas 2"?
Não compre esta revista, ela não vale o papel de boa qualidade em que foi impressa.

Cotação: 1 latido

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008

Divagações: Ser escritor


- Pai... eu quero ser advogado...
- Legal, filho. Passa este ano fazendo cursinho e ano que vem eu te pago uma faculdade.

***
- Pai, eu quero ser médico...
- Que bacana, filho.. pode prestar o vestibular que se você passar eu pago e ainda te dou um carro.

***
- Pai, eu quero ser coveiro...
- O quê? Coveiro? Por quê?
- Na verdade é brincadeira. Quero ser escritor.
- Ahn... tem certeza que não é coveiro mesmo?

***

Só quem almeja viver da escrita sabe a complicação que é tentar explicar pra qualquer pessoa que você quer fazer isso. É que é uma profissão muito subjetiva. Se você é pedreiro, no seu dia-a-dia você constrói uma casa. Se você é médico, você atende pacientes. Se você é vendendor, você tem clientes para atender durante seu dia de trabalho. E um escritor? O que faz? Escreve? Não, escrever é só uma parte. Antes você tem que ficar lendo, vendo filmes, tv, ouvindo música, passeando.

Então, se alguém te pergunta "o que você faz?", você responde que vê filmes, ouve músicas, passeia e depois, baseado nessas experiências, você escreve.

Não, você não fala isso. Você diz que faz bicos, que ajuda o pai (não que não seja verdade, mas isso não é profissão, né?), que tem uns "projetos aí" (que também não deixa de ser verdade, mas você não especifica quais projetos são estes)... E no interior é ainda pior, parece que todos pensam que quem escreve as falas são os atores. Que elas surgem assim, no ar. Mas ninguém lembra que penava e odiava a aula de redação, achava um sacrifício escrever um parágrafo sobre o que quer que fosse.

Estou pensando nisto porque eu tinha que assistir uns desenhos animados pra um "projeto aí", mas hoje veio a faxineira em casa e eu "não pude" fazê-lo. Imagina só, que vagabundo.. além de não trabalhar, ainda passa o dia vendo tv... desenho animado!!! Esse mundo tá perdido mesmo...

E é por estas e outras que eu ou obrigado a contar mentiras.
"E o Jr? Tá trabalhando? Ah, ele é traficante, é? Bom, pelo menos ele não tá parado..."

sábado, 16 de fevereiro de 2008

Natureza: Leão carinhoso

Uma senhora encontrou um leão, ainda bebê, na Colômbia.
Ele estava mal-alimentado, doente e quase morto.
Ela levou-o para sua casa e cuidou dele........
Depois foi obrigada a entregar o felino para um zoológico.
Agora vejam a reação do leão quando a vê......

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008

RSS (não estou rindo)



Enquanto eu não descubro como colocar o ícone aqui, pra quem interessar, o RSS deste blog é

http://feeds.feedburner.com/CachorroVerde

e pra quem não sabe o que é RSS, clique aqui pra saber mais ou veja um video muito legal explicando direitinho (mas em inglês):

Filme: Apocalypto



Resumo: Índios de tribos selvagens vivem em paz nas matas do atual México quando são atacados por uma tribo mais evoluída (os astecas), que os querem como escravos.

Ótimo filme histórico/dramático/de aventura. Mel Gibson é realmente um diretor visionário. Quem sabe ele não será o Clint Eastwood (na direção) da próxima geração?
E pra quem se chocar com a violência que aparece, eu assisti ontem um documentário sobre os astecas e a realidade foi aquela mesmo ou pior.
Aí você pensa: "nossa, como era possível? Matar daquele jeito? Como eram ignorantes...". Só que estamos vivendo até hoje guerras sangrentas e a mesma cegueira religiosa (mas em diversos níveis e a violência é mais psicológica que física).
Além de boas atuações, boa trilha, boa fotografia e boa direção, o roteiro ainda se esquiva de saídas fáceis ou clichês. Quando eles aparecem são bem utilizados. E o final é ótimo.

Cotação: 9 Latidos

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008

Foto: Itanhaém, Morro do Paranambuco

Foto tirada da janela do quarto de um amigo.
Valeu, Rafa!

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008

Filme: Beowulf



Você tem algum diretor preferido? Tem, né?
É claro que deve ter vários favoritos, mas de todos deve ter um que você nutre um "algo mais". Esse diretor, pra mim é o Robert Zemeckis.

Eu podia dizer "De volta para o Futuro" que creio que muitos entenderiam a minha escolha. Mas o filme dele que me tocou profundamente foi "Contato", que eu considero uma obra-prima.
Esse favoritismo pode sugerir que você puxe a sardinha pro seu preferido, mas a verdade não é bem essa. Você acaba aumentando seu grau de exigência e não fica satisfeito com qualquer coisa que o cara faça.

Dito isso, Beowulf é um filme muito legal, mas não é aquele Zemeckis que eu tanto gosto. Não que isso seja ruim, não é. Só é diferente. Talvez por ser em computação gráfica soe um tanto quanto impessoal. Por outro lado os filmes da Pixar também são em CG e não soam impessoais. Enfim, não sei o que é, mas apesar do elemento fantástico, normalmente presente na filmografia de Zemeckis, ele costuma agregar algo, uma simpatia talvez, o que não ocorre em Beowulf.

Mas, como falei, isso não quer dizer que seja ruim. Até porque deixar algum personagem de Beowulf simpático tiraria o poder da obra.

Baseado num antigo poema de 3 mil versos (!) e adaptado por Neil Gaiman e Roger Avery, o filme foi filmado só com atores, sem cenário, utilizando acessórios que depois ajudam na transformação da atuação real em atuação "virtual" (vocês sabem como funciona, né?). De reconhecíveis só mesmo o Anthony Hopkins e a Angelina Jolie. O Beowulf, vejam só o que é a tecnologia, é feito pelo ator cinqüentão Ray Winstone.

A história é sobre um guerreiro que vai à Dinamarca livrar um povoado de um monstro (poderia chamar de "Gollum 2", mas o Chrispin Glover (que, vejam só.. era o pai do Marty McFly no primeiro "De Volta para o Futuro") dá um show e, apesar das semelhanças, consegue criar um personagem muito interessante).

A "fotografia" e direção são muito interessantes e as cenas de ação são muito boas (quase todas envolvendo monstrengos muito bem-feitos, é de ficar babando mesmo. Ray Harryhausen ficaria orgulhoso). Na verdade, tudo se encaixa, não me lembro de nada que não tenha gostado.

Ainda temos um caminho a percorrer até a computação gráfica ficar indestingüível da realidade, mas projetos como Beowulf mostram que, independente de quanto evoluamos no realismo das imagens geradas por computador, uma história bem-contada ainda é o que realmente importa.

Cotação: 8 latidos

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008

Contos Pixel





A Editora Pixel vai lançar um novo título com histórias em quadrinhos voltada para fantasia. Com base nisso bolei esse nome e essa capa, de brincadeira (e inspirada na outra revista deles, a Pixel Magazine).

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008

Divagações: A Jaca



Acredito que todos nós, com mais e menos intensidade, nos maravilhamos de vez em quando com a natureza. Seja uma paisagem, um cachorro ou até um inseto. A gente fica observando e pensamos conosco "Rapaz!".
A intensidade destes pensamentos pode variar de pessoa para pessoa baseado ou nas características pessoais ou no ambiente que ela vive.
Enquanto escrevo este post, observo pela janela do quarto a jaqueira no quintal. E não vejo uma forma mais clara de passar o que eu sinto do que dizendo: "Rapaz!".
Acho que ter uma jaqueira em casa deixa a gente mais divagante. Qualquer árvore é uma coisa que nos faz pensar, ainda mais uma árvore frutífera (gente.. como é perfeita essa maçã, laranja, banana.. ). Mas uma jaqueira...
Você olha aquelas coisas gigantes penduradas nela e pensa "Quando cair no chão vai fazer um estrago...". E elas caem no chão e... não fazem estrago! Quer dizer.. uma ou outra se espatifa toda, mas a maioria cai e continua inteira. Como isso? Com aquele peso todo, àquela altura.. Não faz sentido...
E as que se espatifam são logo devoradas pelos insetos (e, aqui em casa, pelas cachorras também).
Aí eu penso na teoria da evolução e vejo que algumas coisas não fazem sentido. A jaca é um troço tão perfeito, tão bem-bolado que só pode ser fruto de algum ser inteligente.
E isso me faz, é claro, divagar.

Obs. Ironicamente a única fruta que eu conheço que não me apetece é a própria.